terça-feira, 12 de maio de 2009


COMIDAS E BEBIDAS DE GOR


Alimentos e bebidas Goreanos são variados e muito abundantes. Kajiras são treinadas para servir, preparar e cozinhas uma grande variedade de receitas e alimentos. Mesmo as Mulheres Livres também aprendem a cozinhar diversas receitas. Kajiras de Tavernas (Kajiras de Paga) devem estar familiarizadas com muitos tipos de alimentos e bebidas para poder servi-los adequadamente a seus fregueses nas tavernas. Alguns alimentos e bebidas são muito semelhantes à Terra e outros são exclusivos de GOR. Esse intercambio deve explicar a grande variedade de alimentos e bebidas de GOR. Esta não é uma listagem definitiva, pois obviamente existem outros alimentos e bebidas em GOR, que ainda serão descritos nos livros.

Nem todos os alimentos e bebidas descritos a seguir estarão disponíveis em todos os lugares de GOR. Alguns são itens regionais que seriam muito raros fora de seus lugares de origem. Nem todas as tavernas irão ter estoques de todos estes produtos. Alguns itens seriam muito caros para uma taverna de médio porte manter em estoque, tais como o VINHO NEGRO e o VINHO FALARIAN. Outros itens seriam tão raramente pedidos, que iriam gerar pouco lucro para uma taverna se fossem estocados. Por exemplo, uma Taverna de Paga em “Thentis” iria ter pouca necessidade de estocar Coalhada de Leite Fresco, uma bebida própria dos Povos dos Vagões.


BEBIDAS




ALE (CERVEJA):

Nas regiões do Norte, como Torvaldsland, têm uma ale forte. Ale é uma bebida rara fora das terras do norte. Em torvaldsland, seria normal ser servido em um chifre. Nas tavernas do sul ou em Torvaldsland, seria simples ser servido em um copo ou uma taça.

“A cerveja é uma bebida produzida a partir da

fermentação de cereais, principalmente a cevada maltada, e acredita-se que tenha sido das primeiras bebidas alcoólicas a serem desenvolvidas pelo homem.”

“Ale é um tipo de
cerveja produzida a partir de cevada maltada usando uma levedura de fermentação alta. Estas leveduras fermentam a cerveja rapidamente, proporcionando um sabor adocicado, encorpado e frutado. A maioria das ales contém lúpulo que ajuda a equilibrar o sabor adocicado e preservar a cerveja. O outro grande tipo de cervejas é o Lager que é de fermentação baixa.”

“Ales são comuns no
Reino Unido, na Irlanda, na Bélgica, na Alemanha, e nas províncias orientais do Canadá e entre os bebedores mais tradicionalistas nos Estados Unidos. O termo alemão para fermentação alta é "obergärig" e o francês "Haute fermentation".”

“Em geral as cervejas Ale demoram de 3 a 4 semanas para serem produzidas, no entanto, algumas variedades podem levar até 4 meses.”

“A criação das cervejas é atribuída aos cimérios, por volta do ano 3000 AC. Eles faziam cerveja Ale em menos tempo do que atualmente por que eles não adicionavam lúpulo. Cervejas Lager levam mais tempo e tendem a ser menos adocicadas.”

História da Cerveja ALE

“Antes da introdução do
lúpulo na Inglaterra pelos holandeses no século XV o termo "Ale" era aplicado exclusivamente para fermentações indesejadas em bebidas. O termo cerveja foi introduzido aos poucos para descrever uma bebida fermentada com infusão de lúpulo. Esta distinção não é mais utilizada.”


“Geralmente é necessário adicionar um agente amargante para equilibrar o doce do malte, além de atuar como conservante. Antes da popularização do lúpulo, era utilizado uma mistura de diversas ervas e especiarias chamada de Gruit, que era fervida no mosto.”


“Cervejas ale eram uma bebida importante no mundo medieval como um acompanhamento para as refeições, tanto quanto o pão.”


“A palavra 'Ale' provavelmente deriva do inglês antigo ealu, que por sua vez deriva do Proto-indo-europeu *alut-, que tem a conotação de "bruxaria, magia, posse, intoxicação".”

CERVEJA RENCE:

Cerveja é comumente disponível em comunidades mais simples. É cozida e fermentada a partir de sementes maceradas e do caule da planta Rence. Seria muito rara a sua disposição em uma taverna.


CHÁ BAZI:

Este é um chá medicinal que tem muitas variedades diferentes. Considere todas as variedades de chás da Terra e poderá ver a pultiplicidade de possibilidades do Chá Bazi. A maioria das pessoas parecem esquecer que o chá Bazi tem essa variedade.
Chá Bazi é uma bebida comum de GOR, usufruida por castas altas e baixas. É geralmente servida quente e com muito açúcar. Pode ser servido de dois modos.





Modo Tradicional (formal) – Atinge o nível da cerimônia do chá Japonês. O Chá é cuidadosamente servido em 3 pequenos copos, que são bebidos em uma rapida sucessão. Diversos açucares e leites podem ser adicionados. Tal forma de servir é feito raramente ou nunca em uma Taverna de Paga. É mais provavel ser servido assim em uma casa propria de familia.

Modo Informal – Não tem tanta cerimônia é uma forma simples de servir o chá. Bebe-se em copos de tamanho regular, com ou sem açúcares e leites. Algumas tavernas podem ter uma jarra de chá pronto para alguns clientes. Bolos e Chá Bazi são populares em viagens de férias em GOR.

História do Chá

Origem e disseminação do chá “Historicamente, a origem do chá como erva medicinal útil para se manter desperto não é clara. O uso do chá, enquanto bebida social data, pelo menos, da época da dinastia Tang.
Os primeiros europeus a contactar com o chá foram os
Portugueses que chegaram ao Japão em 1560.

Em breve a Europa começou a importar as folhas, tendo a bebida tornado-se rapidamente popular, especialmente entre as classes mais abastadas em
França e Países Baixos. O uso do chá em Inglaterra é atribuído a Catarina de Bragança, princesa portuguesa que casou com Carlos II de Inglaterra) e pode ser situado cerca de 1650.”

A palavra chá


“O
carácter chinês para chá é 茶, mas tem duas formas completamente distintas de se pronunciar. Uma é 'te' que vem da palavra malaia para a bebida, usada pelo Dialecto Min-nan que se encontra em Amoy. Outra é usada em cantonês e mandarim, que soa como cha e significa 'apanhar, colher'.

Esta duplicidade fez com que o nome do chá nas línguas não chinesas as dividisse em dois grupos:
Línguas que usam derivados da palavra Te:
alemão, inglês, dinamarquês, hebraico, húngaro, finlandês, indonésio, italiano, letão, tamil, sinhala, francês, neerlandês, espanhol, arménio e latim científico.

Línguas que usam derivados da palavra Cha: hindi, japonês, português, persa, albanês, checo, russo, turco, tibetano, árabe, vietnamita, coreano, tailandês, grego, romeno, swahili,
croata.”

Influências sobre a saúde

“O chá é tradicionalmente usado nos seus países de origem como uma bebida benéfica à saúde em vários aspectos. Recentemente, cientistas têm se dedicado aos estudos dos efeitos do chá sobre o
organismo, bem como a conhecer melhor as substâncias que promovem esses efeitos. Todos os tipos de chá possuem praticamente as mesmas substâncias, porém em concentrações muito diferentes devido aos processos de preparação.











Estudos sugerem que o chá tem muitas propriedades benéficas importantes, por exemplo: é anticancerígeno, aumenta o metabolismo, ajuda o sistema imunológico, reduz o mau-hálito, diminui o stress, tem efeitos sobre o HIV. É no entanto necessária alguma precaução em relação a estas conclusões, porque não existem praticamente resultados científicos conclusivos e além disso alguns dos estudos feitos (particularmente na China) têm por detrás grandes interesses económicos.


É no entanto de salientar que o excesso de consumo, ou o consumo de chá mal conservado ou mal preparado, têm também efeitos negativos para a saúde. Em particular, o chá possui
fluoretos (provocam osteoporose e artrite e são cancerígenos), cafeína (provoca doenças do sono), e oxalatos (provocam problemas renais). Mas, em geral, pode-se dizer que o chá tem sobretudo efeitos benéficos, porque todas estas substâncias têm efeitos benéficos se ingeridas em pequenas quantidades.”

VINHO NEGRO (CAFÉ):

Esta bebida é como o café, feita de um grão cultivado na cidade montanhosa de Thentis. É muito forte e amargo. É tradicionalmente servido muito quente, com cor açúcares amarelos ou brancos e leite, em pequenas tigelas.


Outros açúcares, especiaria e cremes também podem ser servidos com ele. As tigelas podem ter pequenas alças ou não. Em alguns aspectos, é como o café expresso. Nas cidade proximas ao Rio Vosk e algumas cidades do norte, a frase “segundo escravo” indica que vocês não quer creme ou açucares no seu Vinho Negro. Isso vem do costume que em algumas regiões duas kajiras servem o Vinho Negro.


A primeira kajira é responsavel por limpar as tigelas, pega-las e de ver que a bebida é preparada de acordo com o gosto de seu senhor. A segunda kajira apenas serve o Vinho Negro. Em algumas regiões, há serviços mais formais de servir o Vinho Negro, tais como na região de Tahari. Thentis não comercializa o grão para fazer esta bebida. Em thentis, é comum ser servido nas casas da castas altas. É um luxo caro fora da região de Thnetis, acessivel a apenas os mais ricos. A maioria das Tavernas de Paga não servem Vinho Negro devido a sua raridade e custo elevado.
“O café é uma
bebida produzida a partir dos grãos torrados do fruto do cafeeiro. É servido tradicionalmente quente, mas também pode ser consumido gelado. O café é um estimulante, por possuir cafeína — geralmente 80 a 140 mg para cada 207 mL dependendo do método de preparação.”

História

“A história do café começou no
século IX. Originário das terras altas da Etiópia (possivelmente com culturas no Sudão e Quênia) e difundido para o mundo através do Egito e da Europa. Mas ao contrário do que se acredita, a palavra "café" não é originária de Kaffa — local de origem da planta —, e sim da palavra árabe qahwa, que significa "vinho", devido a importância que a planta passou a ter para o mundo árabe.


Uma
lenda conta que um pastor chamado Kaldi observou que suas cabras ficavam mais despertas ao comer as folhas e frutos do cafeeiro. Ele experimentou os frutos e sentiu maior vivacidade. Um monge da região, informado sobre o fato, começou a utilizar uma infusão de frutos para resistir ao sono enquanto orava.


O conhecimento dos efeitos da bebida disseminou-se e no
século XVI o café era utilizado no oriente, sendo torrado pela primeira vez na Pérsia.


Na
Arábia, a infusão do café recebeu o nome de kahwah ou cahue (ou ainda qah'wa, do original em árabe قهوة). Enquanto na língua turco otomana era conhecido como kahve, cujo significado original também era "vinho". A classificação Coffea arabica foi dada pelo naturalista Lineu.
O café no entanto teve inimigos mesmo entre os árabes, que consideravam suas propriedades contrárias às leis do profeta
Maomé. No entanto, logo o café venceu essas resistências e até os doutores maometanos aderiram à bebida para favorecer a digestão, alegrar o espírito e afastar o sono, segundo os escritores da época.”

CHOCOLATE QUENTE:

Chocolate Quente é feito a partir do grão do cacaueiro que vem dos trópicos. Trata-se de uma rica e cremosa bebida. Nem todas as Tavernas tem esses itens.

“O chocolate é um
alimento, encontrado na forma pastosa, sólida e de bebida doce ou amarga, feito a partir do cacau; antes dos espanhóis chegarem às Américas, os astecas já conheciam o cacau. Com ele, faziam um líquido escuro que chamavam de xocoatl (do náuatle xococ "amargo" + atl "água"). Em 1502, a ilha de Guanaja, habitada pelos astecas, povo místico e religioso, recebeu a esquadra de Colombo. O navegador foi um dos primeiros europeus a provar o sabor do chocolate.”

História do chocolate

“O chocolate vem sido usado como bebida desde o começo de sua história. O registro mais antigo do uso de chocolate data de muitos séculos atrás. Em Novembro de 2007, arqueologistas encontraram vestígios da mais antiga plantação de
cacau numa região de Puerto Escondido, em Honduras, que data de 1100 a 1400 a.C. Os resíduos encontrados e o tipo de recipiente em que estavam indicam que o uso do cacau não era apenas como bebida, mas que a parte branca que envolve os grãos de cacau era usada como fonte de açúcares fermentáveis para uma bebida alcoólica. A civilização maia cultivava o cacau em seus quintais e usavam as sementes para fazer uma bebida amarga. Documentos a respeito dos hieróglifos maias dizem que o chocolate era usado para fins cerimoniais assim como no cotidiano. Os resíduos de chocolate numa peça de cerâmica maia de Río Azul, na Guatemala, sugerem que os maias já bebiam chocolate por volta do ano 400 d.C. No Novo Mundo, o chocolate era consumido numa bebida amarga chamada xocoatl, e era geralmente temperada com baunilha e pimenta. O xocoatl, acreditava-se, combatia o cansaço.

O chocolate também era um bem luxuoso e importante na América Central pré-colombiana, e os grãos de cacau eram usados como moeda. Povos europeus e da América do Sul vêm usando o chocolate para o tratamento de
diarréia há centenas de anos. Todas as áreas conquistadas pelos astecas eram obrigadas a plantar cacau e pagar um imposto em grãos.

Até o século XVI, os europeus nunca tinham ouvido falar da popular bebida dos povos das Américas do Sul e Central. Não foi até a conquista dos astecas pelos espanhóis que o chocolate passou a ser importado pela
Europa, onde rapidamente se tornou um favorito da corte. Para acompanhar a alta demanda da nova bebida, o exército espanhol começou a cultivar o cacau em plantações onde trabalhavam escravos nativos. Mesmo após a produção do cacau se tornar algo comum, apenas a realeza e os ricos podiam se dar ao luxo de consumir essa cara importação. Logo, os espanhóis passaram a cultivar o cacau em plantações, usando mão-de-obra africana escravizada para administrá-las. A situação era outra na Inglaterra: qualquer um com dinheiro poderia comprar o chocolate. A primeira chocolataria de Londres foi inaugurada em 1657. Em 1689, o famoso médico e colecionador Hans Sloane desenvolveu uma bebida de leite com chocolate na Jamaica que foi inicialmente usada por boticários, mas mais tarde vendida para os irmãos Cadbury.


Por centenas de anos, o processo de fabricação do chocolate permaneceu o mesmo. Quando a Revolução Industrial chegou, muitas mudanças ocorreram e trouxeram o alimento para a forma em que o conhecemos hoje. No século XVIII, máquinas de espremer manteiga de cacau foram criadas. Isso ajudava a fazer um chocolate mais consistente e durável. A partir daí, o consumo do chocolate foi popularizado e espalhado pelo mundo todo.”



SUCOS:
Há uma variedade de sucos em GOR como existem inumeras frutas. Suco de Larma é a mais popular em GOR.













LEITE:

Leite de Verr (Cabra), Bosk (Vaca) e Kailla são os mais comuns. Leite Quente é também bebido. Leite de Kailla é avermelhado e possui um sabor salgado e forte, pois possue grande quantidades de sulfato de ferro. Há Vendedores de leites em cidades como na Terra.









VINHO FALARIAN:

É um vinho que é extremamente raro. Diz-se que é vendido ao preço de tanto ouro que compraria uma cidade. Existe alguma indicação de que não existisse, mas apenas Ubars ou ricos comerciantes poderiam possuir uma de suas preciosos garrafas. Tavernas de paga não possuem esse vinho.






COALHADA DE LEITE FERMENTADO:

É uma bebida alcoólica entre os Povos dos Vagões (apesar da coalhada normal não ser alcoólica). É uma bebida muito rara de se achar fora da região dos Povos dos Vagões.

KAL-DA:

Está é uma bebida alcoólica que é servida quente, quase a ponto de ferver. É feita de Vinho KA-LA-NA diluído, misturado com sucos cítricos e especiarias. É mais barato e mais popular entre as castas baixas. A maioria dos guerreiros não gosta de beber KAL-DA.

“Pela descrição do KAL-DA, a bebida mais similar em nossa cultura Brasileira seria a mistura entre a SANGRIA e o VINHO QUENTE que é uma variação do QUENTÂO de festas juninas”

“A sangria é uma bebida ou
coquetel feita com base numa mistura de vinho tinto, sumo de fruta e pedaços de frutas e açúcar. Pode levar outras bebidas como aguardente (cachaça, no Brasil). Deve beber-se bem fresca e com cubos de gelo.


Em
Portugal tradicionalmente adicionam-se especiarias (pau de canela) e ervas aromáticas frescas (hortelã).”

“Quentão é uma
bebida quente tradicionalmente servida durante as quermesses e festas juninas. no Brasil. É relacionada às noites frias do período em que ocorrem estas festas, sobretudo no estado de São Paulo. Consiste em uma mistura aquecida de aguardente, gengibre, açúcar e especiarias. Segundo o folclorista Amadeu Amaral, em O dialeto caipira, é uma palavra de origem caipira.
Outra bebida popular, tipica também da
comida caipira e quase uma variação do quentão é o vinho quente.”

“Vinho quente é uma bebida servida durante as
quermesses e festas juninas do interior de São Paulo e consumida também em outras regiões do Brasil.


É uma variação do quentão, normalmente são usados os mesmos ingredientes, menos o gengibre e em quantidades diferentes.”

KA-LA-NA:

Este é uma variedade forte de vinho tinto comum em GOR, brilhante e seco, feito a partir do fruto da arvore KA-LA-NA. A fruta também pode ser utilizada para fazer vinhos leves, secos e doces. Há realmente uma grande variedade de tipos deste vinho. Muitas cidades fazem suas proprias marcas e muitas pessoas tem as suas preferências pessoais. O Nectar dos Jardisn Públicos de Escravos de BOLETO é uma marca de KA-LA-NA servido nos jardins públicos de escravos em AR. BOLETO é um famoso vinicultor das proximidades de AR. Ele é famoso pela produção de um grande número de bons KA-LA-Nas. KA-LA-NA é vendido normalmente e servido em garrafas.



Diz-se que este vinho faz qualquer mulher se tornar uma escrava, em média de uma hora. Um vinho branco existe em GOR e há referências nos livros que levam a concluir isso, ou outra cor, KA-LA-NA podem existir. Não há passagens nos livros que o KA-LA-NA é apenas vermelho.

MEAD (Hidromel):

È feita com mel fermentado, água e as vezes especiarias. È principalmente bebido no norte e mais favorecido nas tavernas de lá. Seria raro encontrar esta bebida em uma Taverna de Paga.

“Hidromel é uma bebida alcoólica
fermentada à base de mel e água, a proporção da produção é de uma parte de mel e duas de água. Consumida desde a antiguidade, sua fabricação é anterior à do vinho e seguramente à da cerveja.


Na
Grécia clássica se chamava "melikraton" e pelos romanos era conhecida pelo nome "agua mulsum", ainda que esta possa ser uma variante feita com vinho de uva adocicado com mel.
Plínio conta que foi Aristeu quem criou a primeira fórmula do hidromel.

Outras culturas antigas consumidoras desta bebida foram os
celtas, os saxões e os vikings. Também era conhecido o consumo de uma bebida similar pelos maias.

Existia a tradição de que os casais recém casados deveriam consumir esta bebida durante o primeiro ciclo lunar após as bodas para nascer um filho varão. Daí surgiu a tradição atual da lua de mel.



Na Mitologia Nórdica, o hidromel aparecia como a bebida favorita dos deuses.
Nas obras de
J.R.R.Tolkien, J.K.Rowling, C. S. Lewis, Bernard Cornwell, entre outros se faz uma menção a esta bebida.”





PAGA-SA-TARNA (UISQUE):

Esta palavra pode ser traduzida como “Prazer da Filha da Vida” e é comumente chamado de “PAGA”, para ser abreviada. Seu nome completo é raramente usado. É uma bebida fermentada feita do grão AS-TARNA. É provavelmente a mais popular bebida alcoólica em GOR. Existem muitas variedades, geralmente nomeado pela sua cidade de origem, tais como AR, TYROS, KO-RO-BA, HELMUTSPORT, ANANGO E TAHRNA.


A principal diferença nestas PAGAS normalmente são as especiarias ou grãos adicionados. PAGA é normalmente servida em temperatura ambiente. PAGA também pode ser servida fria ou quente, que é mais popular em COS e as terras do NORTE. Alguns afirmam que se sinta os efeitos de PAGA mais cedo, se for aquecido. No exterior das tavernas de COS e TORVALDSLAND, você precisa especialmente solicitar que sua PAGA seja aquecida. PAGA é uma bebida forte, e comumente é cortada com água nas tavernas. Ela pode ser comprada de comerciantes em Garrafas ou Botas.

“Uísque (em
inglês whisky ou whiskey) é uma bebida alcoólica destilada de grãos, muitas vezes incluindo malte, que foi envelhecida em barris. Whisky é o nome que os escoceses dão à sua famosa aguardente de cereais produzida à base de cevada maltada, cevada não maltada e milho. Na América e na Irlanda usa-se a palavra whiskey para definir um tipo de aguardentes quase idêntico.”

VINHO PALM:

Este é um vinho de grande exportação, a partir da cidade de SCHENDI. Não houve descrição deste vinho nos livros, ou qual seria sua coloração e sabor, sendo essas desconhecidas.

SUL PAGA (VODKA ou CAUIM):

Esta bebida alcoólica é feita a partir de SULS, uma raiz como a batata. É mais forte como a vodka ou aguardente. É claro, quase sem gosto, e muito forte. É servido Pa temperatura ambiente. É raramente disponível fora de uma aldeia camponesa. Seria uma raridade em uma Taverna de Paga encontrar Sul Paga disponível.

“A vodca ou vodka (em russo, водка; em polonês, wódka) é uma popular bebida destilada, incolor, quase sem sabor e com um teor alcoólico entre 35 e 60%. A vodca é a bebida nacional da Rússia. O nome vodca é o diminutivo de "água" (agüinha) em várias línguas eslavas, contudo não se tem certeza da origem etimológica, que poderia ser apenas uma coincidência.”

“Cauim é uma
bebida alcoólica tradicional dos povos indígenas do Brasil desde tempos pré-colombianos. Ainda é feito hoje em áreas distantes ao longo do Panamá e da América do Sul. Cauim é feito através da fermentação da mandioca ou do milho, às vezes misturados com sucos de fruta. Os índios de Kuna de Panamá uso plantains.
Uma característica interessante dessa bebida é que a matéria-prima é cozinhada, mastigada e recozida para a fermentação, de forma que enzimas presentes na saliva humana possam quebrar o amido em açúcares fermentáveis. (Este princípio também era originalmente usado no
Japão para fazer saquê.)”



VINHO TA:


Este vinho é feito a partir das famosas UVAS TA de COS. As UVAS TA tambpem crescem em áreas fora de COS e o vinho também pode ser feito a apartir dessas uvas. Assim, diferentes cidade têm as suas proprias variedades de VINHO TA. A Cor deste vinho nunca foi descrito nos livros.





LICORES TURIANOS:

Os vinhos TURIANOS são doces, licorosos, saborosos e muito açucarados. Seus vinhos são feitos especialmente para que vocês possa adicionar varias especiarias e açúcares à ele. Eles tem um gosto específico. Os LICORES TURIANOS são considerados como os melhores de GOR.







Muitos vinhos de GOR são muito fortes, de 80 a 100 graus alcoólicos. A maioria dos vinhos da Terra, em comparação tem apenas cerca de 12 graus. Assim, o vinho pode normalmente ser diluído com água. Isso ocorre muitas vezes quando o vinho está sendo bebido em uma refeição em casa, em certas festas e algumas tavernas.


VASILHAMES:



Há certo número de vasilhames para beber em GOR. Existem restrições sobre quais copos ou tigelas geralmente são usados para servir uma determinada bebida.
PAGA e VINHO TA podem ser servidos em quase qualquer vasilhame. As maiorias das tavernas ordinárias terão vasilhames mais baratos de metal ou cerâmica. Eles não terão vasilhames de ouro ou prata. Apenas as Tavernas mais caras podem ter tais itens.
Taças, de diversos materiais, são os vasilhames mais comuns das Tavernas. Algumas taças tem anéis, talvez quatro ou cinco, ao redor da área da boca do copo que permite visualizar até onde seu copo pode ser enchido, são como linhas de graduação.
As vezes vasilhas diferentes são utilizadas.








  • KRATER de vinho, é uma tigela para diluir, é usado para misturar o vinho e a água. “KRATER” é um antigo termo grego que significa “Tigela de Mistura”. Se o vinho não é diluído, também poderá ser servido em quantidades muito pequenas.










  • KYLIX, um antigo termo grego, é uma taça com pés e duas alças laterais.













KANTHAROS é um como mais profundo com pés mais altos e alças mais largas para ser pego. Ele deriva da palavra grega Cântaro.






Alguns povos usam CHIFRES para beber.















BOTA é um saco de couro comumente utilizado para PAGA e VINHOS. A maioria das BOTAS são feitas de pele de VERR (Cabra). Uma BOTA é espremida para liberar um fluxo de líquido. BOTAS são geralmente transportados por viajantes, que são portáteis e não estão sujeitos a quebrar. Uma BOTA não seria servida dentro de uma Taverna de Paga. VINHO TA e PAGA também podem ser vendidos em garrafas de diversos tamanhos.




HYDRA é outro termo grego, é uma vasilha alta.
Curioso é que as vasilhas Goreanas são quase todas derivadas de fontes Gregas.

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